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domingo, 31 de março de 2013

Assassin's Creed IV: Black Flag


"Assassin's Creed IV: Black Flag" ainda não saiu, mas a Ubisoft já tem outro game da série nos planos - e este terá a colaboração da Ubisoft Toronto, liderada por Jade Raymond.
A informação foi dada pela própria Jade (que trabalhou como produtora no "Assassin's Creed" original), responsável por revelar que esse é um dos cinco projetos nos quais o estúdio estará envolvido.
"Iremos trabalhar em cinco projetos. 'Assassin's Creed' é um desses nos quais vamos colaborar daqui de Toronto, bem como outra grande franquia que não anunciamos ainda", comentou a responsável pela divisão canadense da Ubisoft ao site IGN.
Jade explicou que o estúdio não está ajudando em "Black Flag" por conta da produção de "Splinter Cell: Blacklist" para PlayStation 3, Xbox 360 e PC, confirmando em seguida que o título mencionado por ela é um game inédito da série "Assassin's Creed".
Foi informado ainda que há um novo "Splinter Cell" nos planos, e os dois títulos restantes serão frutos de uma parceria com a Ubisoft Montreal, que atualmente trabalha em "Watch Dogs" e "Assassin's Creed IV: Black Flag".


"Assassin's Creed IV: Black Flag" chega em 26 de outubro para PS3, Xbox 360 e Wii U. O PC e o PlayStation 4 também receberão o game, mas ainda sem data definida.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Tomb Raider- Análise


Olha a nova Guria do Tomb Raider:
Pois bem, hoje vinhemos fazer uma análise completa sobre o novo Tomb raider, disponível para PS3, Xbox 360 e PC.Vamos lá?

Bem-vindos a análise do novo Tomb Raider, o reboot da franquia desenvolvido pela Crystal Dynamics. Será que ele fez jus ao seu nome? É o que veremos!
Normalmente, uma equipe de desenvolvimento de games tem de provar que é capaz de fazer um bom trabalho, mas o que acontece é, que a Crystal Dynamics não entra nesse quesito propriamente dito. Esse é o 5º Tomb Raider da desenvolvedora, desde que pegou os direitos do game em 2006, e de lá para cá já fez ótimos games da franquia, e que acaba não precisando de muitas introduções.
Acontece que  Tomb Raider em si precisava de uma nova cara, e esse foi foco principal da Crystal Dinamycs para o reboot da franquia. E o centro dessa mudança é justamente o “renascimento” de Lara Croft.
A “nova” Lara pega algumas de suas caracaracterísticas da antiga, exceto por ela ser mais humana e frágil agora, tanto que isso foi o ponto central da campanha de marketing do game. E não é para menos, ela passa por momentos brutais ao longo da campanha que muitos “homens” por aí sequer suportariam. A desenvolvedora focou nessa fragilidade de Lara e mostrou que ela é só mais uma humana, igual a todos nós, tanto em questão de machucados físicos quanto emocionais, diferente do que acontecia nos games antigos, onde ela estava mais para um James Bond em 007.
É claro que como consequência dessa mudança “humanitária”, temos também em sua aparência, sendo agora simplesmente uma mulher nova  e atrativa, ao invés de parecer mais uma fantasia de desenho animado, como era em suas versões antigas.
an historia
A aventura se inicia com Lara em uma expedição com a equipe do navio Endurance procurando pela ilha perdida de Yamatai. Se encontrando com seus 20 e poucos anos e recentemente fora dos estudos, ela se encontra em sua primeira expedição arqueológica.
Contrariando o desejo do diretor que grava a expedição para a TV, James Withman, Lara discute com ele e diz que o melhor ponto para desembarque não é o que todos pensam, e sim no “Triângulo do Dragão”. Uma estreita faixa de mar onde muitos barcos e navios naufragam.
O capitão, meio que um pai para Lara, Roth, segue seu conselho e ordena o desembarque no local sugerido por ela, mesmo contra os protestos de Withman e outros membros da equipe.
Lara estava certa, eles acham Yamatai, mas não antes de quebrarem o navio no meio e mal sobreviverem ao acidente. No entanto, a ilha não está vazia, pelo contrário, está lotada com membros de um culto, sobreviventes de décadas de náufrago na ilha.
Agora Lara Croft, que nunca enfrentou situações de vida ou morte, terá que ativar seus instintos para a sobrevivência e descobrir o porquê de o líder do culto ter tanta obsessão por Himiko, uma ancestral Japonesa que aparentemente controlava a ilha de Yamatai a muitos anos atrás.
an gameplay
Quando você realmente começa a explorar a ilha, o game se divide em alguns estilos bem diferentes, mas que de certa forma combinam entre si. Lara consegue explorar diversos ambientes, correr atrás de alimento com o seu arco ou mesmo procurar por itens e tumbas escondidas. Ao mesmo tempo, ela consegue silenciosamente evitar diversos encontros com inimigos, mata-los de forma silenciosa ou mesmo ataca-los como se não houvesse amanhã. A troca de ataques com a I.A é uma mistura entre Uncharted e ação da própria franquia Tomb Raider.
Todas essas partes citadas são trabalhadas juntamente de maneira excelente. Uma parte da história pode virar de exploração e passos silenciosos para destruição e correria em um piscar de olhos, e essa transição ocorre de forma esplêndida, surpreendendo o gamer de maneira positiva.
Combate
Falando um pouco sobre o combate no jogo, ele é muito bem balanceado nas suas 4 armas principais, que são elas a shotgun, arco, pistola e rifle automático, sendo que cada uma delas é melhor utilizada em partes específicas. Por exemplo, o arco é utilizado para as mais diversas situações, já a pistola (que pode ser adicionado um silenciador a ela) serve para situações com menos inimigos ou quando o interesse é mata-los de maneira silenciosa. O rifle é utilizado para ocasiões com mais inimigos e quando eles já sabem da sua existência, e a shotgun, é claro, foi feita para combates de perto onde a situação exige um abate rápido.
Tomb Raider é também o primeiro jogo (que eu vi ao menos) que o sistema de cover funciona naturalmente. Você não precisa pressionar um botão para Lara se esconder atrás de um objeto, então não há motivo para se preocupar em ir para uma parede errada ou colocar sua cabeça para fora da cobertura por apertar um botão errado, por exemplo.
Quando uma situação de perigo é presenciado por Lara, ela automaticamente anda mais alerta, mais abaixada, e se esconde atrás de um objeto se você chegar perto dele, e quando for atirar ela procurar a melhor posição para tal, seja indo para a esquerda, direita, ou se levantando. Esse foi um dos pontos em que gostei bastante dentro do game.
Upgrade de skills
Lara também encontra (ou faz) diversos acampamentos ao longo da jogatina, que servem como pontos de salvamento e upgrade de skills. Esses upgrades são à base de pontos, que você os consegue conforme vai ganhando XP. Existem 3 “sets” de skills onde esses pontos podem ser colocados (sobrevivente, caçador, assassino). Cada um deles (como o próprio nome diz) foca em uma área específica.
Opções dos skills
tomb raider skills1
tomb raider skills2
Clique nas imagens para amplia-las
Jogo de mundo aberto?
Tomb Raider não é um game open world (mundo aberto). Ele tem sim alguns elementos desse quesito, pois as partes do jogo em que você se encontra podem ser exploradas a fim de achar tumbas, itens, etc. Mas sempre tem uma história linear em um caminho bem a frente de você.
Isso certamente é um probleminha para os players que gostam de realmente explorar o mapa, pois o próximo objetivo é claramente mostrado na tela, e normalmente ele é de vida ou morte, o que nos deixa curiosos de descobrir o que vem depois, deixando a pouca exploração muitas vezes de lado.
Mas é claro, que aqueles que se incomodam em explorar tumbas ou procurar itens, podem sem problema avançar de forma linear pela história e não devem ter problemas em finaliza-lo. Mas tem seus pontos positivos em fazer essa exploração. Lara pode customizar todas as suas armas conforme vai achando as peças adequadas para cada uma, e ganha também novas habilidades por matar os inimigos ou solucionando alguns puzzles, que estão principalmente presentes nas tumbas.
Violência no jogo
Tem motivos para ele ser avaliado em 17+ pela ESBR (órgão que define a idade mínima para um jogo). Em algumas partes você se surpreende com as mortes trágicas de Lara Croft caso você faça alguma coisa de errado. Não vou estragar comentando elas, mas garanto que se você já jogou, há de concordar comigo nesse quesito. Caso ainda não colocou as mãos no game, prepare-se para surpresas na hora da pobre Lara partir dessa vida.
Em adicional, o game não é violento só com Lara, mas com muitas partes da história também.  Em vários momentos do game, é mostrado corpos em estado avançado de decomposição, assim como muito (muito mesmo) sangue, inclusive as vezes nadando nele.
Coitada da Lara, vai ficar pós-traumática depois de muitos eventos que acontecem haha.
Multiplayer
Pela primeira vez em Tomb Raider, um modo multiplayer lhe é adicionado. É basicamente um modo que contém de 2 a 8 jogadores com 4 tipos de modos de jogo. Sendo dois deles padrões em outros jogos, o Free-for-All (cada um por si), Team Deatchmatch (equipes), e mais dois que foram criados em Tomb Raider, o Rescue (resgate), que são duas equipes, uma delas, que são os Survivors, devem achar suprimentos médicos e leva-los de volta para a base, enquanto os Scavanger tentam impedir isso de acontecer. Outro modo, o Cry for Help (Pedido de socorro), os Survivors tem de ativar uma série de antenas espalhadas pelo mapa, enquanto impedem também de os Scavangers coletarem baterias que são deixadas pelos seus amigos mortos.
Conforme você vai jogando, pontos de experiência são dados a você. Eles podem ser gastos na aparência do personagem, armas e upgrades para elas, ou mesmo perks (parecidos com os da franquia COD).
an conclusao
A Crystal Dynamics mostrou claramente com Tomb Raider que nem todos os reboots são ruins. Desde o último game da franquia (2008) a desenvolvedora teve bastante tempo para nos entregar algo realmente bom e interessante, e com certeza o trabalho deles valeu a pena.
Esse é um lançamento que mesmo em início de ano, deve entrar nas principais categorias e eventos que premiam os games no final do ano. É um jogo excepcional feito por uma equipe talentosa de desenvolvedores, que deve servir de exemplo para futuros jogos de aventura, ou mesmo outros gêneros.
Tomb Raider é mais que recomendado para os fãs da série, mesmo tirando muitos elementos de exploração dos antigos, quanto para aqueles que nunca jogaram nenhum game da franquia. Ele é divertido, surpreende a cada minuto de jogo e com certeza é um presente e tanto para nós gamers.
Prós:
ícone pontos positivos farinhagames Ótimo sistema de cover, não visto até então nos games
ícone pontos positivos farinhagames Belos gráficos (principalmente nas áreas abertas)
ícone pontos positivos farinhagames O jogo mantém o bom ritmo, isso quer dizer que você não vai bocejar jogando ele, pelo contrário, a cada minuto você se surpreende com algo
Contras:
ícone pontos negativos farinhagames  Multiplayer enjoativo e com muitas quedas durante as jogatinas

Plataformas: PC (versão análisada), PS3 e XBOX 360 
Preço: R$ 59,00 (PC) e R$ 149,00 (PS3 e XBOX 360)
Publicado por: Square Enix
Desenvolvido por: Crystal Dynamics
Data de lançamento: 5 de março de 2013
Classificação indicativa: 17 anos
Fonte:http://farinhagames.com/2013/03/13/analise-tomb-raider-2013/

Quer saber um pouco sobre Wii U?


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Avaliação

Prós: O Game Pad permite adicionar novas funções nos jogos e dá um ar novo ao gameplay
Contras: A falta de aplicativos de mídia ainda deixa o Wii U sendo só um videogame
Conclusão: Nintendo continua dando prioridade à diversão e o Wii U cumpre a tarefa, mas peca nos quesitos de hardware e adaptação com outras mídias
8,2
R$ 1.899
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  • 8
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JOGOS8,5
CONTROLES9,5
CONFIGURAÇÃO7,5
CONECTIVIDADE7
DESIGN8,1
EXTRAS8,3
Avaliação de Leonardo Veras / Juntando o controle com sensor de movimentos que fez a fama do Wii e o conceito de duas telas do DS, o Wii U traz uma experiência diferente de tudo o que já se viu nos videogames atuais. Para começar, a atenção do jogador é dividida entre a TV e o GamePad, um controle que combina uma tela de 6 polegadas com giroscópio e câmera, mas, mesmo assim, é leve e confortável de segurar. Cada jogo usa os recursos do tablet de uma forma diferente e pode combiná-los com comandos de controles comuns. No modo multiplayer, enquanto os jogadores que usam o Wiimote tradicional interagem com a tela da televisão, o usuário do GamePad assume outro papel. Ele pode, por exemplo, criar obstáculos no meio de uma partida de Super Mario Bros. U com um toque na tela. A bateria do controle especial, porém, durou 3 horas e 28 minutos nos testes do INFOlab, o que obrigou muitas interrupções das partidas. Outro ponto fraco são os gráficos dos jogos. Apesar de ser mais poderoso que o Wii original, a qualidade visual dos games não é muito superior à do PS3 ou do Xbox 360. O Wii U demora a carregar jogos e menus. A criatividade dos produtores de jogos para explorar os recursos do Wii U é que determinará se o novo videogame da Nintendo vai ou não fazer bonito na nova geração de consoles.
Avaliação de Lucas Massao / A nova geração de consoles está chegando e não há quem duvide disso.  Consequentemente, é de se esperar que novas funções e gráficos ainda mais realistas também façam parte dessa nova turma.
Uma das gigantes do mercado de games, a Nintendo, foi a primeira a mostrar o que essa geração pode mostrar. Juntando o modelo de duas telas do Nintendo DS e os movimentos proporcionado pelo Wiimote , o Wii U propõe uma experiência única.
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Game Pad

De longe, a maior inovação que a Nintendo trouxe para essa nova geração. O que parece ser um tablet, na verdade é um acessório de 6 polegadas, tela sensível ao toque, câmera, infravermelho e um posicionamento de botões (ABXY, L1, L2, R1, R2 e
direcional), que causa nostalgia para os gamers mais antigos. A tela do Game Pad possibilita novas opções durante as jogatinas como mostrar informações extras e acessar menus, por exemplo. O visual é simples, mas o Game Pad é incrivelmente leve e possui uma interação quase instantânea com a TV.
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Família reunida

É claro que os personagens mais que tradicionais da família Nintendo estão presentes. 
Mario, o encanador favorito dos gamers, já chegou usando o Game Pad. A campanha  single player do Super Mario Bros U pode ser jogada tanto na TV quanto diretamente pelo acessório. No multiplayer, o jogador que estiver com o Game Pad, pode usa-ló para criar obstáculos e paralizar inimigos, por exemplo.
Quem quer algo um pouco mais “hardcore” pode ficar tranquilo. Jogos como Bayonetta 2, Assassins Creed e Zombie U garantem uma diversão mais séria.
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Bonito por fora

Analisando o console pelo seu hardware, o processador de três núcleos rodando a 1,2 GHZ não é muito superior ao do seu antecessor, o Nintendo Wii.  E isso se reflete com gráficos bonitos, mas que não saltam aos olhos. As produtoras vão ter que se dobrar para produzir jogos que consigam rodar de uma maneira satisfatória no novo console. 
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Além do jogo

Os consoles atuais não servem só para jogar e não são feitos só para gamers. O Wii U peca nesse ponto. Diferentemente do PS3 e do XBOX 360, o console não reproduz dvd´s ou bluray, impossibilitando-o de reproduzir filmes. Você pode jogar os seus jogos de Wii e até utilizar os controles do antigo console, mas é só isso.
Se você quer que seu Wii U seja um centro de mídia, o Netflix é a única opção. Serviços de streaming de vídeo como Amazon, Tvii e Hulu estão disponíveis no console, mas não no Brasil.
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Caiu na rede

Jogar multiplayer online é uma das atividades favoritas dos gamers atuais. Nesse aspecto o Wii U não é muito diferente do seu antecessor. Os jogos atuais não se aproveitam muito do recurso online. O grande destaque fica para o Miiverse. Como a própria palavra diz, o Miiverse é como se fosse um “universo”, uma rede social dividida em jogos onde os jogadores podem conversar, pedir ajuda para passar de alguma fase e dar suas opiniões sobre os jogos.
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Vídeo

God of War: Ascension e novo StarCraft 2 agitam os lançamentos da semana


A semana marca o retorno de duas série consagradas. Enquanto os gamers de PlayStation 3poderão conferir o novo God of War: Ascension, exclusivo do console, os jogadores de PC e Mac recebem StarCraft 2: Heart of the Swarm, aguardada continuação da saga.
Pré-venda do novo God of War é iniciada no Brasil (Foto: Divulgação) (Foto: Pré-venda do novo God of War é iniciada no Brasil (Foto: Divulgação))God of War: Ascension(Foto: Divulgação)
Confira abaixo os lançamentos desta semana:
- God of War: Ascension (PS3)
Kratos está de volta e com mais raiva do que nunca. O guerreiro espartano protagoniza uma nova aventura que se passa antes do primeiro game da série, quando ele ainda não era tão poderoso, mas já mostrava seu potencial.
God of War: Ascension (Foto: Divulgação)God of War: Ascension (Foto: Divulgação)
O título pode ser o último do herói no PlayStation 3, mas promete encerrar a participação de Kratos no console em alto nível, com gráficos de ponta, modo multiplayer inédito e competitivo, além de uma história que deve ser reveladora para os fãs.
- StarCraft 2: Heart of the Swarm (PC, Mac)
A Blizzard lança a continuação da saga de StarCraft 2 com Heart of the Swarm, novo capítulo que é focado na raça Zerg, um tipo de “insetóide” capaz de devorar tudo em seu caminho em grupos e enxames gigantescos.
StarCraft 2: Heart of the Swarm (Foto: Divulgação)StarCraft 2: Heart of the Swarm (Foto: Divulgação)
A principal personagem deste capítulo é Sarah Kerrigan, ex-agente Ghost que havia se tornado a Rainha das Lâminas, líder dos Zergs, mas que acabou derrotada em StarCraft 2: Wings of Liberty. O jogo promete revelar novos segredos sobre Kerrigan, além de unidades inéditas para o campo de batalha, claro.
- Sniper: Ghost Warrior 2 (PS3, PC, Xbox 360)
Sniper: Ghost Warrior 2 é uma sequência do primeiro jogo que fez certo sucesso no Xbox 360. O game utiliza o motor gráfico CryEngine 3, o mesmo de Crysis, e por isso exibe belos gráficos e cenários de cair o queixo.
Sniper: Ghost Warrior 2 (Foto: Divulgação)Sniper: Ghost Warrior 2 (Foto: Divulgação)
Mas Sniper: Ghost Warrior 2 não é apenas bonito. O jogo tem uma interessante proposta de colocar o jogador na pele de um atirador de elite, que deve realizar missões arriscadas, que só ele pode efetuar com uma mira implacável.
- Darkstalkers Resurrection (PS3, Xbox 360)
A série de luta Darkstalkers sempre fez muito sucesso entre os fãs nos anos 90, mas nunca mais teve um jogo novo. Para compensar, a Capcom resolveu relançar alguns dos jogos em uma compilação especial.
Darkstalkers Resurrection (Foto: Divulgação)Darkstalkers Resurrection (Foto: Divulgação)
Darkstalkers Resurrection reúne Night Warriors: Darkstalkers’ Revenge e Darkstalkers 3 em um único jogo, com gráficos retrabalhados para TVs em alta definição, troféus e conquistas, modo online e rankings.

Review: God of War Ascension encanta com gráficos e diverte com multiplayer


God of War: Ascension é o novo capítulo da franquia exclusiva da Sony. Em tom de despedida do PlayStation 3, o game aposta em gráficos incríveis e a jogabilidade consagrada para satisfazer os fãs do guerreiro espartano. Confira:
God of War: Ascension (Foto: Divulgação)God of War: Ascension (Foto: Divulgação)
A Ascensão de Kratos
O jogo volta no tempo e mostra quando Kratos foi enganado por Ares – o deus da guerra original, segundo a mitologia grega – para que matasse sua família. Jurando vingança, ele quebra o pacto de sangue que o ligava a Ares, mas alianças com o Monte Olimpo não são facilmente desfeitas. Sentenciado a uma eternidade acorrentado em uma prisão, Kratos luta contra a própria insanidade pelas mãos das Fúrias, as deusas da punição, da justiça e do tormento.
Mas ao contrário dos outros títulos, a história de Ascension se arrasta de uma maneira pouco atraente. A insanidade do espartano não caiu muito bem como desculpa para boa parte das execuções contra inimigos mais poderosos. Além disso, muitos personagens surgem aleatoriamente no enredo, o que causa muita confusão, principalmente, para quem conhece pouco da história.
A impressão que fica é que já não há mais nada a se retirar da história passada do personagem. Agora é hora de recomeçar uma nova trajetória, assim como foi feito de forma convincente em God of War 3. Vale ressaltar que os títulos para PSP já adotavam essa estratégia de enredo.
Kratos enfrenta Megera, uma das Fúrias de God of War: Ascension (Foto: Gematsu) (Foto: Kratos enfrenta Megera, uma das Fúrias de God of War: Ascension (Foto: Gematsu))Kratos enfrenta Megera, uma das Fúrias de God of War: Ascension (Foto: Gematsu)
Campanha repleta de desafios
A campanha principal do game continua única. Desde o primeiro momento o título instiga o jogador a enfrentar desafios e seguir a trajetória repleta de ação. O destaque fica para a dificuldade equilibrada do game. Desde o começo, os jogadores terão que lidar com criaturas mais fortes e inteligentes, que premeditam alguns movimentos e que continuam atacando, mesmo sob uma sequência de golpes.
Outro atrativo fica por conta dos poderosos chefes, que sempre foram marcantes em toda franquia. Prepare-se para enfrentar gigantescas criaturas e até mesmo semi deuses e suas formas mais do que bizarras. Tudo em um altíssimo nível de detalhamento - que falaremos mais adiante - e de uma certa complexidade na hora de derrotá-los.
Os conhecidos puzzles ainda estão presentes no game. A dificuldade para solucioná-los continua a mesma, ou seja, nada que faça o jogador perder mais do que meia hora para resolver. O jogo também conta com uma série de secrets espalhados pelo cenário, entretanto não tão difíceis de serem encontrados.
Novas habilidades também marcam presença em Ascension. Destaque para o amuleto de Ouroboros, que permite reconstruir ou destruir certas construções no cenário, além de servir como arma e manipular seus oponentes. Graças aos poderes dos deuses, Kratos também consegue, por exemplo, se locomover embaixo d'água e realizar outros movimentos - que não citaremos para evitar spoillers.
Kratos em God of War: Ascension (Foto: Reprodução)Kratos em God of War: Ascension (Foto: Reprodução)
Habilidades limitadas
A jogabilidade de God of War: Ascension se mantém praticamente intacta. As combinações de golpes mantém a tradição da série e você adquire mais movimentos a medida que sua arma é evoluída. Os golpes fracos, fortes, bloqueios e agarrões permanecem os mesmos, portanto, se você já está familiarizado com os outros títulos, não encontrará dificuldades para realizar alguns combos.
Ao contrário de outros títulos, Kratos não conta com uma variedade de armas. Apenas as Lâminas do Caos são suas companheiras nesta jornada. Em compensação, como God of War: Ascension se passa antes de Kratos ter provocado a ira generalizada dos deuses, eles ainda estão do seu lado. Sendo assim, ao longo da campanha, você receberá uma ajuda divina de acordo com seus elementais:
DeusesElementais
PoseidonGelo
HadesAlma
ZeusRaio
AresFogo
Mesmo assim, a sensação é de que há uma certa limitação no leque de habilidades de Kratos. Por exemplo, evoluindo as Lâminas do Caos, Kratos ganha limitadas combinações de golpes que envolvem uma sequência de comandos. Já a evolução dos poderes divinos também não rendem tantas habilidades novas. Destaque apenas para os especiais, que para serem desbloqueados é necessário evoluir ao máximo o seu elemental - o que leva um certo tempo.
Mais violento do que nunca
A saga de Kratos ficou popularmente conhecida pelo excesso de violência e conteúdo sexual. Em Ascension, são poucas as cenas em que o guerreiro espartano atua como uma espécie de garanhão da mitologia. E assim como nos outros capítulos, ela continua sendo bem forçada. Afinal, não é qualquer um que, em meio a sua jornada em busca de vingança, consegue ter um tempinho para uma rápida relação sexual.
Já a violência continua sendo a ponto mais apelativo do jogo. Se não bastassem as execuções cruéis e insanas de Kratos, dessa vez elas estão mais - exageradamente - detalhadas. Desde tripas pulando para fora do estômago e membros sendo decapitados em câmera lenta, o jogo não poupa detalhes na hora de chocar o jogador com tamanha fúria do herói. Haja estômago!
Cenas de nudez estão presentes em God of War: Ascension (Foto: Divulgação)Cenas de nudez estão presentes em God of War: Ascension (Foto: Divulgação)
Modo Multiplayer que surpreende
Quando o modo multiplayer de God of War: Ascension foi anunciado, muitos torceram o nariz, afinal, em uma aventura solo como a de Kratos não haveria lógica em um modo com outros personagens. Mas ao contrário de outros fiascos, como no recente Tomb Raider, o multiplayer agrada bastante. Ele conta com os seguintes modos:
ModoQuantidade de JogadoresDescrição
Favor dos Deuses em Equipe4 x 4 jogadoresCapture altares, mate inimigos e abra baús para ganhar favores em uma competição 4 x 4
Favor dos Deuses em Equipe2 x 2 jogadoresCapture altares, mate inimigos e abra baús para ganhar favores em uma competição 2 x 2
Partida de Campeões8 jogadoresLute até a morte e ganhe favores a cada eliminação (cada um por si)
Partida de Campeões4 jogadoresLute até a morte e ganhe favores a cada eliminação (cada um por si)
Capture a Bandeira4 x 4 jogadoresRoube a bandeira da base do inimigo e defenda a sua
Prova dos DeusesCooperativo com 2 jogadoresUma corrida cooperativa contra a ampulheta do Olimpo em uma prova épica de resistência. Tempo é ganho a cada eliminação.
O sistema de evolução e personalização de seu Campeão é o grande atrativo deste modo. É possível customizar armas e armaduras, que evoluem determinados atributos, além de decorá-las com uma determinada cor. Você também evolui itens e habilidades de acordo com o deus escolhido para seguir sua trajetória.
Durante as partidas é de se admirar a qualidade do jogo. Mesmo com diversos jogadores na partida, não há grandes lags e dificilmente ocorre perda de conexão. Mais um motivo para se admirar este modo que inovou a série, já que em outros títulos o game contava apenas com a campanha principal e o modo solo onde você deveria derrotar ondas de inimigo - que continua presente em Ascension.
God of War: Ascension expande ainda mais o universo da mitologia grega (Foto: Divulgação) (Foto: God of War: Ascension expande ainda mais o universo da mitologia grega (Foto: Divulgação))God of War: Ascension traz um multiplayer que agrada (Foto: Divulgação)
Incrivelmente bonito
Visualmente, God of War: Ascension pode ser considerado como um dos mais belos jogos já produzidos. É impossível não se encantar com tamanho capricho do Santa Monica Studios ao desenvolver cada etapa do game, seja nas cutscenes, ou na hora do gameplay. Ainda mais agora, que vivenciamos um momento de transição entre gerações de consoles, dá gosto de ver o que PlayStation 3 ainda pode proporcionar.
Entretanto, há um preço a se pagar por esse capricho, e ele pode ser caro. Diante de tantos detalhes visuais, Ascension é um game pesado. Dessa forma, o jogo não roda mais a 60 frames e apresenta algumas quedas bruscas de quadros por segundo. Se o game fosse desenvolvido para um PC, uma melhoria no hardware - principalmente processador e placa de vídeo - poderia resolver o problema. Mas o hardware de um console é sempre o mesmo, não há como melhorá-lo, por isso, essa pequena lentidão é constante ao longo de todo o jogo.Não foram só os cenários que receberam esse cuidado, cada personagem e cada elemento importante do jogo não ficou de fora do rigoroso critério de qualidade do jogo. Kratos nunca foi tão bem reproduzido, seja "limpo", ou repleto de sangue de seus adversários. As criaturas presente em praticamente todos os capítulos da franquia, como Ciclops, Cerberus, Medusas, também receberam uma cara nova, sem perder suas características. E os grandes chefes citados mais acima... esses são um verdadeiro espetáculo visual.
Para os gamers menos críticos, a sensação pode até passar despercebida. Mas para os mais experientes e, acima de tudo, exigentes, isso pode ser encarado como uma falha grave. Isso leva até mesmo a um questionamento: diante de uma proximidade tão grande do lançamento do PS4, não valeria a Sony esperar mais um pouco e lançar o título como grande carro-chefe do seu novo console e manter a qualidade em todos os aspectos?
God of War: Ascension (Foto: Reprodução)God of War: Ascension (Foto: Reprodução)
Dublagem e menus em português
Assim como em praticamente todos os seus títulos exclusivos, a Sony traz ao Brasil God of War: Ascension totalmente em português. O jogo conta com todos os menus traduzidos, além de dublagem em todos os personagens do game, desde Kratos aos coadjuvantes.
Algumas vozes não encaixaram tão bem como deveriam. Algumas Fúrias, por exemplo, possuem um tom de voz bem artificial. Mas a grande maioria agrada bastante. Até mesmo Kratos conta com uma tom convincente e que encaixou muito bem no personagem.
God of War: Ascension (Foto: Reprodução)God of War: Ascension (Foto: Reprodução)
Conclusão
God of War: Ascension se despede do PlayStation 3 mostrando que, mesmo no seu final de vida, o console ainda tem muito a oferecer. A jogabilidade ainda se mantém adequada para o que o game proporciona e o modo multiplayer, que muitos criticaram quando anunciado, agrada e diverte. Já o visual, foi tão caprichado que acabou deixando o jogo rodando mais lento, perdendo os 60 frames dos títulos anteriores. Já o enredo... é melhor você não se atentar a ele e continuar a se concentrar na pancadaria de Kratos.
saiba mais:http://www.techtudo.com.br/review/god-war-ascension/review-god-war-ascension-encanta-com-graficos-e-diverte-com-multiplayer.html