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segunda-feira, 3 de setembro de 2012

2-Dicas De Informática


Verdade ou mito? Certas dúvidas em relação aos equipamentos de informática persistem, então procuraremos desvendá-las de uma vez por todas.
TER O DESKTOP CHEIO DE ÍCONES DEIXA O COMPUTADOR MAIS LENTO?
VERDADE!
Segundo o professor Sérgio Penedo, isso depende da forma de visualização dos ícones: se dispostos como miniaturas, podem de fato tornar mais lento o acesso ao desktop, por necessidade de redesenho a cada atualização de sua pasta.
Em se tratando de ícones simples, muitos deles apenas evidenciariam a probabilidade de se ter mais programas instalados no PC, o que poderia significar mais itens carregados em memória. Não se trata de regra, mas é evidência de uma forte possibilidade de lentidão.
Já Ricardo Delgado, da Trevisan, também afirma que os ícones deixam o computador mais lento, pois a atualização das imagens é constante e quanto mais imagens, maior o tempo de término.

EMPURRAR O CD COM O DEDO PARA INSERI-LO NO GABINETE PREJUDICA O EQUIPAMENTO?
VERDADE, COM RESSALVAS!
Sim, os especialistas explicam que, com o tempo, ao se forçar a bandeja — que opera ativada por pulso eletrônico ou, quando muito, sob rápida pressão mecânica —, desgastam-se as correias e engrenagens que a movimentam.
Lembrando que estamos falando de bandejas para PCs! Nos notebooks e netbooks os cuidados são parecidos: para abrir a bandeja aperte o botão ejetar, para fechá-lo você pode empurrá-lo, porém devagar e sem força desproporcional.

FORMATAR O HD VÁRIAS VEZES PODE ESTRAGÁ-LO?
MENTIRA!
Segundo o professor da Faap, Sergio Penedo, um HD é projetado para inúmeras repetições de operações. Naturalmente, muitas formatações reduziriam em alguns dias a vida útil do HD, mas nada significativo.
Em suma, a formatação lógica não traz prejuízo algum ao HD, quantas vezes for feita. A questão é que existia uma lenda de que uma formatação física do HD (o antigo fdisk) “refazia” todas as linhas de fluxo magnético dos blocos. É boato, pois o fdisk só reescrevia a MBR (Master Boot Record) do HD, e a magnetização das trilhas de dados se preservava.
Para o consultor Josemar Guimarães, formatar o disco rígido não reduz a sua vida útil. As agulhas de escrita e leitura não tocam a superfície dos pratos, e, por isso, só ocorrerão danos se houver um choque violento entre estes dois componentes. Formatar o disco rígido é praticamente o mesmo procedimento feito ao acessar um arquivo no micro.

ÍMÃ ESTRAGA O HD?
MENTIRA!
Geralmente, só em discos antigos. Para o professor da Faap Sérgio Penedo, quando sujeito a campos magnéticos de intensidade elevada, um HD pode ter realinhadas suas linhas de fluxo magnético, que representam fisicamente o armazenamento de dados.
É o caso de detectores de metais em aeroportos, em que, sobretudo, HDs antigos, com menor blindagem, ficam mais sujeitos ao realinhamento de linhas de fluxo.
O consultor Josemar Guimarães explica que os modelos mais antigos dos discos de gravação, que utilizavam uma tecnologia semelhante às dos disquetes, realmente sofriam com este problema.
Atualmente, a não ser que se use um imã extremamente poderoso, as chances de um simples imã de geladeira perto do computador possam ocasionar perda de dados ou danos ao hardware são ínfimas. Isso porque o campo magnético gerado por estes objetos é muito pequeno, incapaz de influenciar no campo gerado pelo próprio disco rígido.

COLOCAR O HD NO FREEZER RECUPERA OS DADOS?
VERDADE, COM RESSALVAS!
Para o professor da Faap, Sérgio Penedo, se o HD tiver cabeças de leitura arranhando as trilhas, impossibilitando o acesso a seus dados, deixá-lo no freezer fará com que os cilindros se contraiam e assim as cabeças desencostem das trilhas. Por um intervalo curto de tempo (enquanto houver contração nos metais), o HD poderá voltar a girar, até que o HD aqueça.
O tempo é suficiente para a gravação dos dados em outra mídia. Recomenda-se, por razões óbvias, embalar o HD de forma hermética antes de inseri-lo no freezer.
O consultor Josemar Guimarães explica que, congelado, o disco rígido não se recupera para sempre, mas garante alguns minutos de sobrevida necessários para salvar os dados perdidos.
Embora pareça um procedimento estranho, o congelamento provoca a retração da área afetada. Assim, o disco que não pode ser lido em temperatura ambiente passa a aceitar leitura quando congelado. Em caso de danos mais sérios, a técnica não funciona.

GRAVAR CDS E DVDS, EM VELOCIDADE MÁXIMA, ESTRAGA A MÍDIA?
EM TERMOS...
Se a única alternativa é gravar na velocidade máxima, vá em frente. Contudo, sempre que possível queime seus discos em valores médios ou baixos. Com esta opção as chances de haver problemas são bem menores. Obviamente, nada garante que gravações em velocidades baixas serão sempre bem sucedidas e nem o contrário. Mas, quando se fala em probabilidade de erros, a gravação rápida sai na frente.
Sendo assim, chegamos a duas conclusões. A primeira é que gravar discos na velocidade mais alta pode sim estragar a mídia. A segunda é simples e muito popular, ou seja, neste caso também a pressa é inimiga da perfeição.
Uma boa alternativa é gravar sempre no valor intermediário à velocidade máxima. Por exemplo se a máxima for 16X, gravar em 8X
Extraído de http://www.topservicema.com.br/portal/mito-ou-verdade/
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